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Alice Guedes: “os participantes apresentaram boa bagagem técnica”

Bar Aberto
Alice Guedes no bar aberto

⍟ Jurada técnica do terceiro episódio, Alice Guedes voltou ao Bar Aberto para avaliar a habilidade dos bartenders amadores na criação de cocktails com os aperitivos Ramazzotti e Lillet. Para ela, o nível da competição está mais alto do que no ano passado

Publicado em 29 de outubro de 2021, às 11 horas.

Bartender responsável pelos cocktails do Guarita Bar, em São Paulo, Alice Guedes foi a terceira jurada técnica da temporada do Bar Aberto, que vai ao ar às quintas-feiras, a partir das 21h30, no Multishow. O episódio desta semana envolveu provas em que os participantes podiam criar drinks para diferentes ocasiões de consumo, mas com uma condição: deveriam ser feitos com os aperitivos Ramazzotti ou Lillet. Segundo ela, os competidores do reality show demonstraram boa bagagem técnica na execução das receitas.

Alice pode afirmar isso com propriedade, afinal ela também foi jurada na primeira temporada, mas na grande final. “Eu pude reparar na boa evolução dos participantes desta temporada. A entrega deles neste terceiro episódio foi melhor do que a que pude ver na última prova do ano passado”, analisa. “Eles certamente acompanharam a primeira temporada, se prepararam, e chegaram na competição com mais experiência e conhecimento sobre o preparo dos drinks“.

Um aspecto que chamou sua atenção ao acompanhar a prova e observar os participantes foi a escolha de não provarem as receitas. Alice considera muito importante provar os cocktails antes de servi-los aos jurados, e isso fez a diferença no que foi apresentado. “Eu costumo bater muito nesta tecla, porque um bartender precisa provar cocktails o tempo inteiro para lapidar seu paladar e ter certeza de que está servindo o cocktail correto para o seu cliente”, explica. “Nós não somos máquinas, podemos esquecer algum ingrediente, e ao provar, nosso paladar vai perceber isso a tempo de corrigirmos a receita”.

Para ela, a oportunidade de ser mais uma vez jurada técnica do Bar Aberto foi gratificante, e espera que o reality show ajude a popularizar a coquetelaria Brasil adentro.

DO TEATRO PARA O BALCÃO

Há mais de uma década trabalhando no mundo do bar, mas sempre ávida por aprender mais, a história de Alice Guedes começou no Rio de Janeiro de uma maneira um pouco diferente. Antes de seguir a carreira de bartender, ela trabalhava como atriz e decidiu trocar o palco dos teatros pelo do bar após viajar com seus colegas para São Paulo e ver uma cena interessante.

“Fomos a um bar e tinha uma única menina atrás do balcão. Ela fazia o básico, mas dava conta de tudo”, lembra. Ela sabia que era aquilo que queria fazer quando voltasse ao Rio. Porém, de um trabalho apenas para ganhar um dinheiro extra, Alice queria que a coquetelaria passasse a ser sua atividade diária. Por esse motivo, fez uma série de cursos na área e entrou no bar como todo mundo: com vontade de absorver todo o conhecimento possível.

Depois de alguns anos na capital fluminense, quando passou por casas como o Meza Bar e Nola, ela decidiu buscar novos horizontes. Entrou em contato com Tato Giovannoni, mixologista argentino com passagem próspera pelo Brasil, para pedir indicações de um bom bar para trabalhar em Buenos Aires. A resposta dele foi direta: “O único bar em que você vai trabalhar é o Florería Atlantico”, relembra. O bar foi eleito o sétimo melhor no mundo no The World’s 50 Best Bars do ano passado.

A experiência no Florería Atlantico agregou muito valor à sua profissão e seria indispensável para o que viria a seguir, quando, há quase cinco anos, recebeu uma ligação de Jean Poncebartender e proprietário do Guarita Bar, em São Paulo, para entrar para a equipe. Por lá, como head bartender, desenvolve cocktails para a casa e comanda a brigada de bar.

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